17 de setembro de 2017 Off Por Pedro Taunay Graça Couto

Filmes e séries

Cocaína e palavrões: 5 histórias do Bozo que parecem ficção, mas não são

Fabiano Cerchiari/Folhapress

Arlindo Barreto, o Bozo, em culto na igreja O Brasil para CristoImagem: Fabiano Cerchiari/Folhapress

Natalia Engler

Do UOL, em São Paulo

22/08/2017 04h00

“Bingo, o Rei das Manhãs”, filme que estreia nesta quinta-feira (24), é inspirado na história de Arlindo Barreto, sujeito que eu, você e o Brasil inteiro conhecemos com o palhaço Bozo –ou um deles, já que o personagem teve vários intérpretes enquanto esteve no ar no Brasil, de 1980 a 1991.

Não estranha que a vida de Arlindo tenha virado filme –com várias licenças poéticas, claro–, porque ele passou por situações de dar inveja a qualquer roteirista. Filho da atriz Márcia Windsor, ele foi galã de novela, maquiador, dublador, diretor de cinema, domador de leões e ator pornô antes de se tornar evangélico –e ainda incorpora o palhaço para pregar a palavra de Deus.

Vladimir Brichta dá vida a várias dessas histórias surreais do intérprete do Bozo no filme de Daniel Rezende. Algumas cenas do filme com certeza vão fazer o espectador duvidar que aquilo aconteceu mesmo. Mas pode acreditar: muito do que está ali é verdade (ou quase).