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AMÉRICA [Allen Ginsberg Uivo e outros poemas] América eu te dei tudo e agora não sou nada. América dois dólares e vinte e sete centavos 17 de janeiro de 1956. América não agüento mais minha própria mente. América quando acabaremos com a guerra humana? Vá se foder com sua bomba atômica. Não estou legal não me encha o saco. Não escreverei meu poema enquanto não me sentir legal. América quando é que você será angelical? Quando você tirará sua roupa? Quando você se olhará através do túmulo? Quando você merecerá seu milhão de trotskistas? América por que suas bibliotecas estão cheias de lágrimas? América quando você mandará seus ovos para Leia mais sobreTítulo padrão[…]

Labirintos, livro que tive muito prazer em publicar

Nas asas do pensamento Nas asas do pensamento, voo sem limites, viajo pra qualquer lugar. Me transformo em mendigo, viro um rei. A lágrima vira um sorriso, desesperança ou euforia. Tudo ao meu redor muda, E com uma palavra posso ferir ou sonhar, Pois sou o dono do meu pensamento – que às vezes fica sem rumo, Contudo eu o domo, como a deter um cavalo em disparada

A cada

Nas minhas fragilidades, construo minhas fortaleças. Nas minhas inseguranças , vou em busca das  certezas. A cada  derrota na vida,  renasço me refazendo Enfrento  as  tempestades. Emfim a  serenidade  me visita. Depois de tantas tormentas, me deparo com o céu azul