PROPAGANDA PROPAGANDA Fotos Surreais Tiradas Segundos Antes De Tragédias PROPAGANDA Uma corrida sem volta foto8.jpg Foto: Reprodução Aqui está o ator Paul Walker entrando no Porsche modelo Carrera GT de 2005. A estrela da saga “Velozes e Furiosos” acabou morrendo minutos depois do registro fotográfico, após uma colisão que ocasionou um incêndio fatal. A jovem filha de Paul, Meadow Walker, entrou com um processo de homicídio culposo contra a Porsche.


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Fotos Surreais Tiradas Segundos Antes De Tragédias

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Uma corrida sem volta

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Foto: Reprodução

Aqui está o ator Paul Walker entrando no Porsche modelo Carrera GT de 2005. A estrela da saga “Velozes e Furiosos” acabou morrendo minutos depois do registro fotográfico, após uma colisão que ocasionou um incêndio fatal. A jovem filha de Paul, Meadow Walker, entrou com um processo de homicídio culposo contra a Porsche.

cONHECE A POESIA INGLESA?POESIA&VIDA

Nove autores autores que fazem os ingleses se orgulharem de seu passado literário

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William Shakespeare | Imagem: Thinkstock / Erin McCarthy

Enquanto o continente europeu passava pelo seu processo de expansão marítima, o mundo viu a Inglaterra construir o maior império que já existiu. O país colonizou mais de 20% da superfície terrestre e dizia-se até que o Sol jamais se punha no Império Britânico. Dessa forma, classificar determinados autores como ingleses ou não acaba se tornando uma tarefa pra lá de desafiadora. Não à toa, que nossa lista conta com gente da Índia, da Irlanda e até da Polônia.

No entanto, se hoje os ingleses não se orgulham do seu passado imperialista (ou deveriam não se orgulhar), podem pelo menos se gabar do seu passado literário, tão extenso e rico quanto o Império um dia foi. É de lá que vêm alguns dos mais célebres nomes da literatura mundial, escritores prolíficos que produziram, em ritmo industrial, um acervo quase infinito em prosa, poesia e teatro.

Para manter a coerência e já justificar algumas ausências da lista, o foco foi dirigido a autores que obtiveram maior destaque em prosa, ou que foram determinantes para o modo como se contavam histórias em seu tempo. Lá vai:

1. Geoffrey Chaucer (1343-1400)

Geoffrey Chaucer

Este foi, provavelmente, o maior e talvez o único grande autor vivo na Londres do século XIV. Chaucer nasceu na capital inglesa, no ano de 1340 e sua obra mais famosa é um escrito inacabado, chamado Os Contos de Canterbury, que foi adaptado para o cinema pelo diretor italiano Pier Paolo Pasolini, em 1972, sendo premiado com o Urso de Ouro, em Berlim.

Na história, quatro peregrinos caminham rumo à Catedral de Canterbury, partindo de Londres. Segundo o Google Maps, o trajeto a pé dura aproximadamente 19 horas. Foi combinado que cada peregrino contaria uma história para que o tempo passasse durante a caminhada. Na volta a Londres, quem contasse a melhor história seria presenteado com uma ceia em uma estalagem ao sul da cidade.

Na narrativa, interrompida pela morte de Chaucer, o autor apresenta um resumo da sociedade inglesa na época, com personagens que vão desde o camponeses a nobres. Nela, Chaucer tece críticas à vários aspectos da sociedade inglesa naquele século, entre elas a exploração das classes mais altas pelas mais baixas e também a libertinagem do clero.

2. Thomas Malory (1405-1471)

Entre 1440 e 1460, Thomas Malory foi preso um punhado de vezes, por diversos motivos, que iam desde adultério e pequenos furtos, até divergências políticas com a Dinastia de Lencastre, que então governava o país. Em uma de suas passagens pelo cárcere, o autor escreveu a mais importante obra de literatura inglesa antes de Shakespeare: A Morte de Arthur, que conta as histórias do Rei Arthur e Os Cavaleiros da Távola Redonda.

Este foi um dos primeiros escritos a serem impressos em território inglês, 15 anos após a morte do autor. William Caxton, responsável pela publicação, dividiu o texto em 21 livros, estes divididos por capítulos, embora edições posteriores divirjam da subdivisão, gerando, até os dias atuais, o debate se a obra de Thomas Malory é unitária ou não.

3. Thomas More (1478-1532)

Thomas More

Ao estudar a história da literatura inglesa, encontra-se autores que foram desde líderes mundiais como Winston Churchill, até santos da Igreja Católica, como Thomas More, canonizado no século passado.

O autor é tido como um dos principais nomes do renascimento na Inglaterra, quando as narrativas perdiam seu teor teocentrista e a produção literária fugia dos monastérios, ganhando um viés mais humanista. More publicou Utopia, sua obra mais prestigiada, em 1516.

Dividida em duas partes, Utopia critica a sociedade inglesa, uma civilização que sofre da desigualdade social, criminalidade, guerras recorrentes e uma justiça implacável e brutal. More cria então uma ilha imaginária, de valores invertidos, onde tudo é perfeito. Nela, o Parlamento zela pelo bem estar geral e tanto a propriedade privada quanto o dinheiro não estão relacionados à felicidade.

4. William Shakespeare (1564-1616)

“Há algo de podre no Estado da Dinamarca”, diz Marcelo a Horácio, em Hamlet. Houvesse algo de podre no reino da Inglaterra absolutista, de dura censura política, a peça de Shakespeare dificilmente teria saído do papel.  

O teatro, até então, era o gênero de maior destaque na Inglaterra do século XVI, e foi a ele que Shakespeare dedicou maior parte de seu esforço literário. Suas peças eram encenadas no The Globe, casa teatral onde o dramaturgo já foi ator, autor e sócio, e que foi consumida por um incêndio em 1613, três anos antes de sua morte. Lá, sua obra era apresentada para uma plateia diversificada, que ia desde as classes mais baixas, até a elite intelectual londrina.

O dramaturgo talvez nunca tenha imaginado sua obra como a grandiosidade literária que representa hoje e, por isso, não se preocupava muito com suas publicações. Shakespeare construiu suas tramas para serem encenadas. Graças a dois amigos, Heming e Condell, que se responsabilizaram pela publicação da primeira coletânea de suas peças, logo após sua morte, hoje temos acesso a boa parte de sua obra.

A obra de Shakespeare é bastante vasta, são mais de 150 sonetos escritos, além das peças que vão desde encenações histórias, como Henry VI e King John, a tragédias cheias de fôlego que exploram, em diversos aspectos, a condição humana, como Romeo e Julieta, Hamlet, Rei Lear e Otelo.  

5. Daniel Defoe (1660-1731)

Daniel Defoe

Assim como Thomas Malory, Daniel Defoe também teve seus dias atrás das grades. Sua prisão se deu pela publicação do panfleto “O caminho mais curto com os dissidentes”, que rendeu a ele também a condenação ao pelourinho. Jornalista e agitador político, nasceu em Londres, no ano de 1660, e é considerado por muitos estudiosos o primeiro romancista inglês.

COM VOCES O GRANDE JORGE DE LIMA

JORGE DE LIMA

Jorge de Lima

Nasceu a 23 Abril 1895
(União dos Palmares, Alagoas, Brasil)Morreu em 15 Novembro 1953Jorge Mateus de Lima foi um político, médico, poeta, romancista, biógrafo, ensaísta, tradutor e pintor brasileiro. Inicialmente autor de versos alexandrinos, posteriormente transformou-se em um modernista. 32983 visualizações 9    


MULHER PROLETÁRIA


Mulher proletária — única fábrica
que o operário tem, (fabrica filhos)
tu
na tua superprodução de máquina humana
forneces anjos para o Senhor Jesus,
forneces braços para o senhor burguês.

Mulher proletária,
o operário, teu proprietário
há de ver, há de ver:
a tua produção,
a tua superprodução,
ao contrário das máquinas burguesas
salvar o teu proprietário.

VOCÊ SABIA?? pOESIA&VIDA

A poesia norte-americana sofreu grande influência do movimento romântico europeu

Entre os principais poetas estão: Edgar Allan Poe e T.S. Eliot (Foto: depositphotos)

Confira a seguir alguns dos principais poetas norte-americanos:

Edgar Allan Poe

Edgar Allan Poe foi um poeta e crítico literário nascido em Baltimore, Maryland, Estados Unidos. Integrante do movimento romântico estadunidense, Poe é mundialmente conhecido por suas histórias que envolvem o mistério e o macabro. Sua obra envolve diversos gêneros, como ficção de terror, aventura, ficção científica e ficção policial.

Em sua obra poética destacam-se os seguintes títulos: “Poetry”, “O, Tempora! O, Mores!”, “A Dream”, “The Lake”, “Spirits of the Dead”, “To Margaret”, “Lenore”, “The Raven” e “Annabel Lee”.

Elizabeth Bishop

Elizabeth Bishop foi uma escritora nascida em Worcester, Massachusetts, Estados Unidos. É considerada uma das mais importantes poetisas do século XX em língua inglesa. Algumas de suas obras mais importantes são “North & South”, “The Complete Poems”, “Geography III”, dentre outras.Saiba mais: Conheça quem são os poetas judeus

E.E. Cummings

Edward Estin Cummings, mais conhecido pela abreviação E. E. Cummings, foi um poeta, pintor, ensaísta e dramaturgo norte-americano. É considerado um dos principais inovadores da linguagem da poesia e da literatura do século XX.

Dentre a sua obra estão os seguintes títulos: “À atemporalidade e ao tempo igual”, “A voz dos teus olhos”, “Amo você”, “Chamar a si todo o céu com um sorriso”, “Mergulha nos Sonhos”, “Morrer tudo bem”, “O Primeiro de todos os meus sonhos” e “Nalgum lugar em que eu nunca estive”.

Ezra Pound

Ezra Pound foi, ao lado de T. S. Eliot, uma das maiores figuras do movimento modernista da poesia do início do século XX nos Estados Unidos. Seu primeiro livro de poemas, intitulado “A Lume Spento”, foi publicado em Veneza em 1908. Dentre a sua obra destacam-se “Personae e Exultations”, “Homage to Sextus Propertius”, “Cantos” e “Ripostes”.

T.S. Eliot

T.S. Eliot foi um poeta modernista, dramaturgo e crítico literário inglêsnascido nos Estados Unidos. Recebeu o prêmio Nobel de Literatura no ano de 1948. Dentre a sua obra estão os seguintes títulos: “The Love Song of J. Alfred Prufrock”, “The Waste Land”, “The Hollow Men” e “Four Quartets”.

Margaret Atwood

Margaret Atwood é uma reconhecida romancista, poetisa e contista canadense. Vários de seus poemas têm inspiração em contos de fadas europeus e mitologias euroasiáticas. Sua obra poética inclui os seguintes títulos: “Double Persephone”, “The Circle Game”, “Expeditions”, “Power Politics”, “You Are Happy”, “Love songs of a Terminator” e “Interlunar”.

Walt Whitman

Walt Whitman foi um poeta, ensaísta e jornalista norte-americano, considerado por muitos como “o pai do verso livre”. Dentre as suas obras estão “Leaves of Grass: Song of Myself”, “Passage to India”, “November Boughs” e “Complete Poems and Prose of Walt Whitman”.

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Sobre o autor

Débora SilvaFormada em Letras (Licenciatura em Língua Portuguesa e suas Literaturas) pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), com certificado DELE (Diploma de Español como Lengua Extranjera), outorgado pelo Instituto Cervantes. Produz conteúdo web, abrangendo diversos temas, e realiza trabalhos de tradução e versão em Português-Espanhol.

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Literatura Clássica Poesia &Vida

iteratura Clássica (Séc. XVI a XVIII)

A designação de época clássica, refere-se à tendência estética e cultural que proliferou na Europa, desde meados do século XVI  até finais do século XVIII.

Defendia e cultivava a recuperação da cultura clássica greco-romana, no que toca às referências estéticas e culturais, e do Renascimento italiano, no que toca à adopção de formas e géneros.

A sua linguagem formal, encontra paralelismos na pintura, na arquitectura e na literatura, sem, no entanto, corresponder a um movimento unitário ou concertado no tempo ou no espaço.

Considera-se que o início da época clássica da literatura portuguesa esteja relacionado com a propagação das novas formas literárias do Renascimento italiano em Portugal introduzidas por Sá de Miranda, após o seu regresso, em 1526, da sua viagem à Itália, que vai estender-se, em toda a sua diversidade, até meados do século XIX.

Os principais movimentos estéticos que proliferaram durante este período são: o classicismo, o maneirismo, o barroco, o neoclassicismo.  

Classicismo

Termo que se generalizou, ao longo do século XIX, para designar uma tendência estética e cultural.que abarca  o barroco e o maneirismo e coincide, de uma  forma geral, com o período renascentista; com a recuperação de modelos e valores da cultura antiga greco-latina e pelo crescimento do interesse pelo humano, estranho à tradição escolástica medieval.

Na poesia o classicismo,  está estreitamente ligado ao  debate em torno da Poética de Aristóteles, onde se colheram as regras formais e temáticas dos vários géneros. Contudo a introdução destas novas formulas não implicou o desaparecimento das formas tradicionais nem de certos temas e motivos, pelo que encontramos autores de sonetos, ou de outras formas do classicismo a escreverem também redondilhas e vilancetes. 
Esta coexistência verifica-se em vários autores do século XVI, como o próprio Sá de Miranda e Camões.

Em finais do século XVIII, o classicismo renova-se com o neoclassicismo.

Barroco

Conceito surgido no século XVIII associado às noções de irregularidade, desordem ou desequilíbrio, por oposição às normas do classicismo, podendo ser definido por uma reacção contra o estatismo e a rigidez clássicas. Consolida-se, ao longo do século XVII e da primeira metade do século XVIII, a partir da sua origem italiana, influenciando a arte europeia deste período, nomeadamente na Flandres, em Espanha e França, na Europa central (Viena e Praga) e em Portugal, daí se estendendo à América Latina.

Nas artes plásticas o barroco vai  determinar, o aparecimento de formas sensuais, generosas, dinâmicas, em que o movimento da linha serpenteante tem uma importância decisiva, bem como os efeitos de luz, na criação de poderosos contrastes, distorções espaciais ou ilusões ópticas.

Na literatura, o barroco valoriza o culto da forma, elevando a expressão artística à exploração das potencialidades lúdicas da linguagem e à sua capacidade de surpreender e cativar o leitor mediate efeitos inesperados, contrastes, raciocínios lógicos paradoxais. Deste modo, a  passagem ao barroco,  desencadeia o requinte formal dos textos poéticos que sob influência do cultismo e do conceptismo, tornam-se cada vez mais exercícios de exibição da mestria retórica do poeta, procurando desenvolver, a partir do elemento mais insignificante, uma teia de figuras de estilo, de imagens, e sugestões, pelo uso da sintaxe, com destaque para figuras como hipérbatos, metáforas e antíteses.

Em Portugal o barroco estende-se de fins do século XVI a meados do século XVIII, sendo fortemente marcado pela influência espanhola de Góngora e pelo conceptismo. Entre os grandes escritores do barroco português, contam-se D. Francisco Manuel de Melo e o padre António Vieira.

A poesia barroca portuguesa foi recolhida em dois cancioneiros: a Fénix Renascida (publicada, em 5 volumes, entre 1715 e 1728) e o Postilhão de Apolo (1761-1762).

Maneirismo

Na literatura, o maneirismo representa o diluir das regras formais do classicismo. Coincide, historicamente, com o clima de instabilidade e pessimismo decorrente de alguma descrença nas capacidades humanas, manifesto já em parte do século XVI, e que em Portugal é acentuado pelo período de declínio do império e de perda da independência.

A expressão do patético, a consciência dos contrastes, limitações da vida humana tornam-se mais agudas, manifestando-se, por exemplo, em inúmeras referências ao tema do desconcerto do mundo, frequente em Camões.