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Poema do Talvez
Poema do Talvez
Poema do talvez.
Não sou de direita nem de esquerda,
Sou poesia e canção.
De forma silenciosa vou fazendo a minha revolução.
Não quero impressionar, mas quero deixar minhas marcas pela vida.
Eu sei talvez seja contradição.
Vou seguindo a linha do horizonte, bem além do sol.
Me equilibrando na corda bamba, entre a loucura e a lucidez.
Quem sou eu nessa longa estrada da vida.
Talvez eu me descubra, talvez, eu me aceite. Talvez, eu me renda há um novo amor, ou talvez deixe meu coração batendo por bater tranquilo nessa longa estrada.
Talvez!!!





