Nessa pressa que nos consome, as cidades não nos esperam. A solidão que nos devora. O formigueiro humano segue com a sua desmedida ambição. Ninguém repara mais na miséria em cada esquina, indiferentes a dor alheia. Não ninguém para mais para sentir a delicadeza de um poema, ou a inocência de uma flor

